''Os hedonistas são os mais fieis porque assumem do que gostam e o que lhes dá prazer...
Então quando encontram alguém q correnpode ao que procuram se intregam de corpo e alma sem medo de serem felizes. Até porque muitas vezes o melhor dos prazeres é compartilhar tudo com a pessoa que se ama. Reparou que hedonismo chega a ser poético? Isso é lindo!
É explorar o mundo com todos os sentidos, calma e atenção. Das coisas tolas e belas aos instintos mais insanos. É entregar-se ao prazer, em qualquer magnitude.''
domingo, 21 de novembro de 2010
Tava um sol filho da puta.
''Avisou sua mãe que você ta saindo?''
Não, ''Uhum, tchau.''
Depois de 20 minutos andando, praia, calor, óculos vermelho, maresia, e toda aquela gente insuportavelmente feliz caminhando na areia, enquanto eu procuro por sombra (:
Um pastel, um suco, depois livraria.
''Que que você ta fazendo na praia?''
''Vim comprar um livro, mãe''
''Mas tem que me avisar, ta pensando o que? e duvido que você tenha ido comprar livro, onde ja se viu comprar livro na praia?''
''Vim vender maconha então ._.''
''Olha Maíra, você não brinca comigo não hein''
''Ó, tchau''
''Humf''
Voltei pra casa com a biografia da Marylin Monroe, de 1973, original e por 15 reais.
Mais feliz impossível (:
''Avisou sua mãe que você ta saindo?''
Não, ''Uhum, tchau.''
Depois de 20 minutos andando, praia, calor, óculos vermelho, maresia, e toda aquela gente insuportavelmente feliz caminhando na areia, enquanto eu procuro por sombra (:
Um pastel, um suco, depois livraria.
''Que que você ta fazendo na praia?''
''Vim comprar um livro, mãe''
''Mas tem que me avisar, ta pensando o que? e duvido que você tenha ido comprar livro, onde ja se viu comprar livro na praia?''
''Vim vender maconha então ._.''
''Olha Maíra, você não brinca comigo não hein''
''Ó, tchau''
''Humf''
Voltei pra casa com a biografia da Marylin Monroe, de 1973, original e por 15 reais.
Mais feliz impossível (:
sábado, 20 de novembro de 2010
Saí com 15 reais ontem.
Bebi heineken até ver tudo meio balançando, lembro que uma eu paguei, com certeza.
Dei uma tragada num charuto e agora posso dizer que ja fiz isso, mas credo, nunca mais, parece um Black gigante, mais fedorento e que nunca acaba. Por fim desistiram dele e afogaram na água.
Abslut de pêssego, o vidro é lindo, e só.
''Você da muito em cima, sai pra lá, to com medo também, vou embora.''
''Eu dou? você que da.''
''Eu dou, mas você da mais.''
''Mas dou com responsabilidade.''
''Então ta na garantia.''
Um russo, um japonês e um que diz ser da família real, enchendo a boca pra pronunciar o Bragança.
Red bull me deixou acordada pra ver House quando cheguei.
Com direito a telefonema de gente estranha dizendo que se apaixonou pela minha voz.
Gente que vem e que vai, pra que saber nomes? Apelido é bem mais legal, sem obrigação.
Parabéns pra Priscila, que chegou a maioridade cheia de estilo, fazendo pose de gangster com um charuto.
Voltei pra casa com 40 reais no bolso, que meio que brotaram de algum lugar.
Tem valido a pena.
Bebi heineken até ver tudo meio balançando, lembro que uma eu paguei, com certeza.
Dei uma tragada num charuto e agora posso dizer que ja fiz isso, mas credo, nunca mais, parece um Black gigante, mais fedorento e que nunca acaba. Por fim desistiram dele e afogaram na água.
Abslut de pêssego, o vidro é lindo, e só.
''Você da muito em cima, sai pra lá, to com medo também, vou embora.''
''Eu dou? você que da.''
''Eu dou, mas você da mais.''
''Mas dou com responsabilidade.''
''Então ta na garantia.''
Um russo, um japonês e um que diz ser da família real, enchendo a boca pra pronunciar o Bragança.
Red bull me deixou acordada pra ver House quando cheguei.
Com direito a telefonema de gente estranha dizendo que se apaixonou pela minha voz.
Gente que vem e que vai, pra que saber nomes? Apelido é bem mais legal, sem obrigação.
Parabéns pra Priscila, que chegou a maioridade cheia de estilo, fazendo pose de gangster com um charuto.
Voltei pra casa com 40 reais no bolso, que meio que brotaram de algum lugar.
Tem valido a pena.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Ir no shopping não é uma coisa que me agrada.
Lugar fechado, gente falando sobre a própria vida como se fosse interessante ou caso de filme, criança gritando e chorando, sem ter noção do tempo, gente arrumada como se fosse um evento de gala, enquanto eu vou de havaianas sem nem me preocupar.
Peguei nozes no Walmart e aprendi a quebrar com a palma da mão apoiando no banco, comi chocolate nas Americanas de um pote que ja tava aberto, me ofereceram pizza com borda de cheddar e eu comi enquanto conversava com três desconhecidos, e não acho nada disso pecado.
Essa minha mania de sair dando meu telefone por ai como se eu soubesse lidar com as coisas ainda vai comer meus nervos com molho de sangue.
Mas cada um tem um jeito de viver né?
Lugar fechado, gente falando sobre a própria vida como se fosse interessante ou caso de filme, criança gritando e chorando, sem ter noção do tempo, gente arrumada como se fosse um evento de gala, enquanto eu vou de havaianas sem nem me preocupar.
Peguei nozes no Walmart e aprendi a quebrar com a palma da mão apoiando no banco, comi chocolate nas Americanas de um pote que ja tava aberto, me ofereceram pizza com borda de cheddar e eu comi enquanto conversava com três desconhecidos, e não acho nada disso pecado.
Essa minha mania de sair dando meu telefone por ai como se eu soubesse lidar com as coisas ainda vai comer meus nervos com molho de sangue.
Mas cada um tem um jeito de viver né?
terça-feira, 2 de novembro de 2010
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
A Algum tempo eu venho pensando na questão da arte de se formar e ser um casal.
As coisas que eu necessito vem se tornanto extremamente diferentes das coisas que eu saio falando por ai.
Sempre achei que pra ser e formar um casal e ter alguém incluido na sua vida você teria que ser livres de problemas, completamente feliz com o mundo e consigo mesmo.
De uns tempos pra cá eu venho notando a coisa mais óbvia e absurda do mundo, que sempre esteve ao meu alcance mental, ninguém, NINGUÉM é livre de problemas, e sempre tem alguma coisa em si que incomoda, por mais secreta que seja.
Se pra amar alguém e ter um amor recíproco fosse necessário esses dois fatores todas as pessoas viveriam isoladas e sozinhas em seus respectivos mundos, tentando se livrar dos próprios problemas e tentando ser feliz sozinhas.
De uns tempos pra cá eu venho percebendo que nada disso precisa ser feito pra ter algum sentimento recíproco.
Importa o quão feliz a pessoa é quando está com você e você com ela, e que apesar de tudo vocês façam bem um ao outro.
Não tenho achado necessário ainda o compartilhamento de problemas um com o outro, não andei pensando muito sobre isso, mas vou, e ao que eu tenho notado, compartlhar problemas não significa que você está incluindo a pessoa na sua vida, significa que você está incluindo ela aos seus problemas, e no fim, ela se torna um problema.
Todas as pessoas tem esse pensamento ao contrário de achar que quando você compartilha com seus companheiros seus problemas, que não dizem respeito a vocês dois, estão incluindo essas pessoas nas vidas delas e esquecem de aproveitar e realmente perceber como elas se sentem em relação á outra. Se torna um comodismo. Um paciente falando com outro paciente sobre problemas.
Dormir junto, apoiar o pulso no peito e sentir o coração batendo é bom, e faz bem.
As coisas que eu necessito vem se tornanto extremamente diferentes das coisas que eu saio falando por ai.
Sempre achei que pra ser e formar um casal e ter alguém incluido na sua vida você teria que ser livres de problemas, completamente feliz com o mundo e consigo mesmo.
De uns tempos pra cá eu venho notando a coisa mais óbvia e absurda do mundo, que sempre esteve ao meu alcance mental, ninguém, NINGUÉM é livre de problemas, e sempre tem alguma coisa em si que incomoda, por mais secreta que seja.
Se pra amar alguém e ter um amor recíproco fosse necessário esses dois fatores todas as pessoas viveriam isoladas e sozinhas em seus respectivos mundos, tentando se livrar dos próprios problemas e tentando ser feliz sozinhas.
De uns tempos pra cá eu venho percebendo que nada disso precisa ser feito pra ter algum sentimento recíproco.
Importa o quão feliz a pessoa é quando está com você e você com ela, e que apesar de tudo vocês façam bem um ao outro.
Não tenho achado necessário ainda o compartilhamento de problemas um com o outro, não andei pensando muito sobre isso, mas vou, e ao que eu tenho notado, compartlhar problemas não significa que você está incluindo a pessoa na sua vida, significa que você está incluindo ela aos seus problemas, e no fim, ela se torna um problema.
Todas as pessoas tem esse pensamento ao contrário de achar que quando você compartilha com seus companheiros seus problemas, que não dizem respeito a vocês dois, estão incluindo essas pessoas nas vidas delas e esquecem de aproveitar e realmente perceber como elas se sentem em relação á outra. Se torna um comodismo. Um paciente falando com outro paciente sobre problemas.
Dormir junto, apoiar o pulso no peito e sentir o coração batendo é bom, e faz bem.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Eu quase nunca viajava nas férias de verão, e as coisas não mudaram até hoje.
Algumas vezes vovó juntava um dinheirinho e levava a gente pra passar uns dias em Raposo, tentando dormir com os roncos dela a noite e quase pegando um câncer de pele na piscina do hotel ou pegando alguma doença no meio das trilhas pelas montanhas.
O resto das férias eu passava em casa, trancada, e antes do computador, com televisão, rádio e um walkman, depois do computador, apenas com computador e dor de coluna.
O fato é que nas vezes que minha mãe desconectava o plug da internet discada e trancava no quarto eu socializava com a sobrinha da vizinha, que morava na época na capital, no RJ, e vinha passar as férias na casa da tia, que segundo ela era muito legal [credo].
Não to reclamando [criticando?] que ela não gosta de ler, e que não pretende seguir nenhuma profissão na vida, e nem consegue pensar direito querendo deixar tudo nas mãos de Deus, nem que com 20 anos é doida pra ter um filho com o primeiro homem que se apaixonar, porque é apaixonada por criança.
Hoje em dia ela mora aqui na cidade, nós não perdemos o contato, não somos amigonas, mas a gente caminha na praia juntas, ta valendo de alguma coisa né?
Eu vou do lado dela, caminhando e ouvindo, porque primeiro não tenho oportunidade de falar e segundo porque as coisas que eu tenho vontade de falar ela nunca nem ouviu na vida ._.
O que mais me intriga é que ela passa o caminho todo, sem parar, falando apenas de homens, dos meninos que ela gosta, dos meninos que dão em cima dela, e dos meninos que provavelmente querem alguma coisa com ela.
Hoje foi o caso de um primo do cunhado da prima dela [uma confusão], que está noivo de uma moça que tem um filho, e ele tem um filho com outra moça, e não contente, se juntou com a moça que tem um filho e foi morar junto com ela, e ainda infeliz, o infeliz decidiu [segundo ela] dar em cima dela, e quer ficar com ela a qualquer custo. O engraçado é que o cara liga pra ela e quando ela atende fica cheia de mimimi, risadinha, e quando o cara começou a seguir ela e parou do lado dela pedindo pra falar com ela, ela deu mole, se fez de gotosona, e eu do lado, vendo tudo e tentando entender, porque essas coisas na minha cabeça não entram, não consigo processar.
Quando eu não quero, eu não quero e pronto, e nem vem de mimimi porque você só vai ver minhas costas caminhando por outra direção e ficando bem longe de você.
Isso é genética ou foi meu pai que me ensinou a não ser boba e me mandava dar soco na parede pra bater nos menininhos?
Algumas vezes vovó juntava um dinheirinho e levava a gente pra passar uns dias em Raposo, tentando dormir com os roncos dela a noite e quase pegando um câncer de pele na piscina do hotel ou pegando alguma doença no meio das trilhas pelas montanhas.
O resto das férias eu passava em casa, trancada, e antes do computador, com televisão, rádio e um walkman, depois do computador, apenas com computador e dor de coluna.
O fato é que nas vezes que minha mãe desconectava o plug da internet discada e trancava no quarto eu socializava com a sobrinha da vizinha, que morava na época na capital, no RJ, e vinha passar as férias na casa da tia, que segundo ela era muito legal [credo].
Não to reclamando [criticando?] que ela não gosta de ler, e que não pretende seguir nenhuma profissão na vida, e nem consegue pensar direito querendo deixar tudo nas mãos de Deus, nem que com 20 anos é doida pra ter um filho com o primeiro homem que se apaixonar, porque é apaixonada por criança.
Hoje em dia ela mora aqui na cidade, nós não perdemos o contato, não somos amigonas, mas a gente caminha na praia juntas, ta valendo de alguma coisa né?
Eu vou do lado dela, caminhando e ouvindo, porque primeiro não tenho oportunidade de falar e segundo porque as coisas que eu tenho vontade de falar ela nunca nem ouviu na vida ._.
O que mais me intriga é que ela passa o caminho todo, sem parar, falando apenas de homens, dos meninos que ela gosta, dos meninos que dão em cima dela, e dos meninos que provavelmente querem alguma coisa com ela.
Hoje foi o caso de um primo do cunhado da prima dela [uma confusão], que está noivo de uma moça que tem um filho, e ele tem um filho com outra moça, e não contente, se juntou com a moça que tem um filho e foi morar junto com ela, e ainda infeliz, o infeliz decidiu [segundo ela] dar em cima dela, e quer ficar com ela a qualquer custo. O engraçado é que o cara liga pra ela e quando ela atende fica cheia de mimimi, risadinha, e quando o cara começou a seguir ela e parou do lado dela pedindo pra falar com ela, ela deu mole, se fez de gotosona, e eu do lado, vendo tudo e tentando entender, porque essas coisas na minha cabeça não entram, não consigo processar.
Quando eu não quero, eu não quero e pronto, e nem vem de mimimi porque você só vai ver minhas costas caminhando por outra direção e ficando bem longe de você.
Isso é genética ou foi meu pai que me ensinou a não ser boba e me mandava dar soco na parede pra bater nos menininhos?
sábado, 16 de outubro de 2010
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Essa história de 'bom dia' quando uma pessoa vê a outra de manhã não me convence.
Felicidade matinal não me convence.
Disposição matinal também não.
Eu dou 'bom dia' de manhã quando eu to com paciência de ser educada, porque é assim que as pessoas definem educação.
Se uma pessoa passa por você e diz 'bom dia' e você não devolve o 'bom dia' dela, logo ela constata, sozinha e com o puro talento da dedução, que você está de mau [mal?] humor.
Aliás, 90% das regras da boa educação não me convencem, elas simplesmente não se encaixam nas minhas linhas de raciocínio.
Então afinal o que é educação?
Felicidade matinal não me convence.
Disposição matinal também não.
Eu dou 'bom dia' de manhã quando eu to com paciência de ser educada, porque é assim que as pessoas definem educação.
Se uma pessoa passa por você e diz 'bom dia' e você não devolve o 'bom dia' dela, logo ela constata, sozinha e com o puro talento da dedução, que você está de mau [mal?] humor.
Aliás, 90% das regras da boa educação não me convencem, elas simplesmente não se encaixam nas minhas linhas de raciocínio.
Então afinal o que é educação?
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