sábado, 25 de junho de 2011

Juro que não esqueci.
Eu tento, juro que tento, mas postar nesses ultimos dias tem sido impossível.
To tão saturada que ontem vi um filme e chorei tanto que a dor de cabeça permanece até agora.
Tem muito sentimento pra pouca Maíra.
Acho que ja até esqueci como que põe pra fora.
Não quero vomitar as coisas, quero dizer com sutileza.
Só fazem sentido quando eu entendo.

domingo, 22 de maio de 2011

É daqueles que diz que não gosta, que não tem importância, mas não fica um dia sem ligar. Ta em cima mas ta do lado.
Me deixa livre mas me prende sem eu nem perceber. Quando eu vejo já foi.
Depois me perguntam porque eu não tomo dose de distância.
Necessária, diga-se de passagem.
Meu nível de privacidade foi suprimido mas minha cabeça ainda pensa.
O que antes saía por livre e espontânea necessidade agora tem que ser guardado ou até esquecido, até ter um momento certo de por pra fora, como agora.
Mas o que importa tem que ser expelido na hora, depois ja não me importa mais.
O que eu guardo normalmente passa, sai de mim.
Vira nada.
Eu esqueço.
Amém. Infeliz é o que guarda.
O foda é esse sentimento de coisa incompleta, que precisa sair, mas que não tem mais motivo, sem razão, e com muita, mas muita necessidade.
Tipo um nó na garganta que dá no pensamento.
As idéias ficam turvas, nada se contém mas nada sai.
Uma confusão que pode estourar a qualquer momento.
Só acumula.
Eu me distraio tanto de mim que até me esqueço.
Mas é só por hora, espero.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Chegamos em niterói e apesar do trânsito infernal e de não saber onde era a venda de ingressos conseguimos achar a fila e no fim, descobrir que nao tinham mais senhas para a compra de ingressos pro Rock in Rio.
Então, carregamos nossa decepção de ter passado quatro horas viajando, e gasto dinheiro na gasolina atoa, para a praça de alimentação e afogar as mágoas em comida, quando duas meninas sentam do nosso lado e começam a conversar.
Eu sou intrometida, confesso. Puxei papo, conversa vai, conversa vem, e um amigo delas aparece dizendo que não quer mais a senha, por motivos pessoais, e vai ter que desistir da compra de ingressos, então a menina que eu puxei papo ofereceu a senha pra gente. GANHAMOS UMA SENHA.
Enfim, apesar de todos os sufocos, todos conseguimos sair de lá com ingressos.

Rock in Rio, me espera que eu to chegando rs.

Ps: to pensando seriamente em tatuar o 309, porque vamos la, só pode ser um sinal.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

E la vou eu amanhã pra Niterói tentar comprar ingresso pro Rock In Rio.
Renovada a vontade, com Evanescence vindo hehe

sábado, 30 de abril de 2011

Sinceramente?

Quando eu cheguei na maca do hospital que eu parei pra pensar, e perceber a ladeira que minha vida ta descendo.
Eu não quero parar, não agora.

Self Destruction, is your time

sábado, 23 de abril de 2011

Tipo quando a gente quer falar alguma coisa e não consegue.
Parece a cerveja querendo voltar mas são idéias querendo sair.
O fato do não se torna mais brilhante quando contrasta com o impossível.
O talvez ilude mas não tras certeza.
O talvez me confunde.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

E sim, eu posso dizer que meus 18 anos tem sido bem melhor do que eu esperava.
Vocês não sabem o quanto eu cansei de ouvir as pessoas dizendo que os 18 anos não mudam nada na vida da gente, e que no mais, tudo continua na mesma. Eu sinceramente não sei em que mundo essas pessoas viviam, porque levar uma vida onde nada muda quando se faz 18 anos não é muito normal, pelo menos pra mim.
Não posso dizer que tenho minha liberade garantida porque me comprometo com várias coisas e isso ja não me torna mais livre. Mas posso dizer que a vontade e o jeito de ver o mundo mudaram bastante. Mostrar pras pessoas que eu tenho 18 anos e mostrar que eu sou capaz, quero ser capaz e me sinto capaz é um trabalho duro, onde vários sapos são engolidos vivos e ainda esperneando quando passam pela garganta.

Todo o cansaço e toda dor de cabeça foi compensada por terminar um festival com sete bandas podendo pagar todas as dívidas pendentes, que passaram dos 4 dígitos e ainda sobrar um troquinho pra ir no shopping ver um filme.

Não tenho foto nenhuma pra mostrar como foi, mas vai ser muito bem guardado na memória. Não pude assistir os shows, mas vender ingressos na bilheteria e abraçar e conhecer a maioria das pessoas que foram, e receber todos os elogios e críticas no fim, valeram pelas dores no corpo no fim do dia.

Não pensem que eu fiz tudo sozinha, muitas mãos ajudaram, e agradeço a todas elas.

Próximos virão, com certeza.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

A uns meses atrás eu sonhei com um cara, que era bem igual ao Jude Law, e ele é tipo o grilo falante das histórias do Pinóquio, onde ele critica, da opnião e comenta sobre as coisas sem o menor pudor.
Ontem eu sonhei de novo com ele, as mesmas feições, o mesmo ar malandro. Dessa vez com uma vestimenta mais chique, uma roupa mais social, uma blusa de botão branca, um cigarro pra dar um charme e todo de preto. Ele tirava sarro de dois caras num bar, que estavam sentados um de frente para o outro, bebendo cerveja, e fechando o caminho na calçada. Debochava sem dó.
Decidi que eu gosto dele, e pretendo dar mais atenção.
Ai eu acordei.



só uma dica, porque eu to viciada :B